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Expedição registra aquecimento Global nos sete continentes


O barco Pachamama (Mãe Terra), em Sidney, na Austrália
Foto: Divulgação
O barco Pachamama (Mãe Terra), em Sidney, na Austrália
Agir agora. Com este lema o casal suíço Dario e Sabine Schwörer percorreu aproximadamente 64 mil quilômetros pelos oceanos e subiu aos sete maiores picos de cada continente. A expedição TopToTop utilizou meios de transporte sustentáveis — o barco Pachamama e bicicletas nos trechos no solo — para estudar os efeitos do aquecimento global em diferentes zonas climáticas; além de promover palestras sobre sustentabilidade para crianças de diferentes comunidades mundiais.
Dario e Sabine estão na Marina da Glória desde segunda, onde permanecerão até o dia 28 deste mês, e realizarão palestras em escolas do Rio para divulgar a expedição, do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (Unep), em parceria com a SGS e o governo suíço.
Durante a expedição, Schwörer desenvolveu um artigo sobre o impacto do aquecimento global nos sete picos. Apesar de percebido alterações nos picos, ele é otimista. Acredita que ainda há tempo para reverter o problema.
— Precisamos inspirar as novas gerações através das inúmeras belezas naturais existentes no mundo — conta Schwörer, que é geógrafo.
Além dos estudos de Schwörer, ele e sua mulher colheram depoimentos em diferentes áreas para entender os fenômenos climáticos. Todos os artigos estão no site da expedição. As experiências serão relatadas na conferência Rio + 20.
O barco Pachamama — que significa Mãe Terra, a maior divindade religiosa dos povos incas — é autossustentável. Toda a energia utilizada é captada por 16 pontos de energia solar. O Pachamama também possui tecnologia para reaproveitamento da água.
Fonte: O Globo