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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Música romântica de Ciências? Essa você precisa ver.

Por essa a gente não esperava! 

Ouça esta música do AsapCience que fala sobre amor usando a Ciências para se expressar! É a música perfeita para os casais estilo The Big Bang Theory!

Não entende inglês? Sem problemas, vamos colocar bem abaixo do vídeo a tradução dela pra você.




sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Artista cria GIFs de animais mostrando como os seres humanos destroem seus habitats

O artista turco Said Dagdeviren fez uma arte em GIF com uma bela mensagem. Sua série recente, Double Exposure, é de silhuetas de animais animados e a atividade humana que destrói seu habitat.

"Eu fiz esses gifs porque é assim que me sinto sobre o nosso planeta", disse Dagdeviren a Bored Panda. "Os seres humanos são tão egoístas e eles não queriam ver ... os animais não podem falar, eles não podem nos dizer o quanto eles machucam. Nós destruímos tudo e está quebrando meu coração tão profundamente. Talvez meu trabalho toque os corações de alguém e faça com que eles percebam que não estamos sozinhos neste mundo. Estamos conectados."





E é assim que as coisas deveriam ser...






quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Audição Submarina.

Você já assistiu a algum desenho animado onde os peixes conversam? Tem até uma personagem muito linda que alega falar "Baleiês". Será que os peixes escutam dentro da água?

Audição é capacidade sensorial que permite captar ondas no ambiente. 

Nos humanos, se a onda está em uma frequência entre 20 e 20 mil Hz, captamos e conseguimos transmiti-los por nosso sistema nervoso até o cérebro, onde serão recebidas e interpretadas.

Os peixes também apresentas uma estrutura de ouvido que fica inserida no Crânio. Entretanto, apenas com a capacidade de compreender sons muito fortes.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Conheça o Pacarana - animal que faz sucesso na internet


Você já deve ter escutado alguém comentando sobre o vídeo viral do "Rato tomando banho", e é claro que diversas especulações começaram a aparecer.

Assista o vídeo a seguir que preparamos para que você possa compreender um pouco mais sobre o Dinomys branickii - popularmente conhecido como Pacarana.


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As 10 plantas mais venenosas para consumo humano

Mesmo as plantas não tendo capacidade de locomoção, elas podem apresentar características que afastem animais predadores e garantam sua sobrevivência.

Existem plantas que produzem substâncias químicas potentes e provocam reações desagradáveis no organismo dos animais - ou às vezes a morte.

Os venenos podem estar nas folhas, nos frutos ou em outra parte da planta.

No vídeo a seguir você conhecerá alguns exemplos de plantas que são consideradas as 10 plantas mais perigosas para seres humanos.


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Orca tem a capacidade de imitar a fala humana


Uma orca, também conhecida como baleia assassina, tem a capacidade de imitar a fala humana, segundo pesquisadores da Universidade de St. Andrews. A baleia fêmea aprendeu a "dizer" palavras como "hello" e "bye bye" copiando um treinador em um parque marinho na França.

Em parceria com a Universidade Complutense de Madri, a equipe de pesquisa esperava descobrir se as orcas podiam aprender novas vocalizações imitando outras.

Eles estudaram a fêmea, chamada Wikie, no Aquário Marineland em Antibes, na França. As palavras foram especificamente escolhidas, mesmo não significando nada para ela, para ver se ela era capaz de copiar sons novos e desconhecidos.

Ela conseguiu repetir as palavras "hello" e "bye bye", incluindo "Amy" e "One, Two, Three", enquanto estava parcialmente imersa na água com o buraco exposto ao ar. Muitas vezes, a orca conseguiu produzir cópias razoáveis ​​na primeira tentativa, fornecendo provas conclusivas de que elas têm a capacidade de aprender novos sons.


sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Fóssil encontrado sugere que nossa espécie deixou a África 40 mil anos antes do esperado

HERSHKOVITZ ET AL./SCIENCE

Em uma caverna do Monte Carmelo em Israel, pesquisadores encontraram a espinha dorsal de um ancestral humano que pode ter sido um dos primeiros membros modernos de nossa espécie a deixar a África. Nesta enorme caverna próximo ao Mar Mediterrâneo, eles assavam lebre, ovos de tartaruga e avestruz e faziam ferramentas de pedras. 

Se as datas que ospesquisadores de 177.000 a 194.000 anos para o maxilar e as ferramentas se sustentarem, significa que os humanos modernos deixaram a África 40.000 anos antes do esperado. O achado pode ter implicações de quando e como surgiram nossas espécies, e quantas ondas de humanos avançados deixaram a África.

Antes disso, os primeiros fósseis humanos modernos fora da África vieram da caverna próxima de Skhul no Monte Carmelo e da Gruta de Qafzeh em Israel, locais datados entre 80.000 a 120.000 anos. Mas nossa espécie surgiu na África há cerca de 300 mil anos, de acordo com novas datas baseadas em um crânio encontrado em Marrocos no ano passado, e alguns pesquisadores reivindicaram um êxodo inicial da África baseado em fósseis fragmentados e ferramentas de pedra no Oriente Médio, na Arábia e na China. Mas os sítios com datação segura com fósseis humanos aceitos fora da África estão faltando.

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Desmatamento vai aquecer ainda mais o clima do planeta


Desmatamento de florestas vai provocar um aquecimento do clima global muito mais intenso do que o estimado originalmente, devido às alterações nas emissões de compostos orgânicos voláteis e as co-emissões de dióxido de carbono com gases reativos e gases de efeito estufa de meia-vida curta. Um time internacional de pesquisadores, com a participação do Instituto de Física da USP e na UNIFESP-Campus Diadema, calculou a forçante radiativa do desmatamento, levando em conta não somente o CO2 emitido, mas também o metano, o black carbon, a alteração no albedo de superfície e todos os efeitos radiativos conhecidos. O resultado final aponta que a temperatura vai subir mais do que o previsto anteriormente.

A pesquisa foi publicada recentemente na revista Nature Communications, e utilizou detalhados modelos climáticos globais acoplados à química de gases e partículas em alta resolução.  Descobriu-se que as emissões de florestas que resfriam o clima (compostos orgânicos voláteis biogênicos, os BVOCs) ficarão menores, implicando que o desflorestamento pode levar a temperaturas mais altas do que o considerado em estudos anteriores. O físico Paulo Artaxo, do IFUSP, um dos autores do estudo, afirma que a maior parte dos estudos dos impactos climáticos do desmatamento publicados anteriormente focou somente nas emissões de CO2. “Neste novo estudo, levamos em conta a redução das emissões de BVOCs, a emissão de black carbon, metano e os demais gases de efeito estufa de vida curta”, explica.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Aplicativo ajuda pessoas a identificar plantas a partir de fotos


Ao passear pelas ruas, bosques, parques, você já se deparou com uma planta interessante e quis saber o nome dela?
Agora, com ajuda de um aplicativo chamado PlantNet, você poderá facilmente identificar com um celular ou tablet o nome das plantas a partir de fotos... Sim! É verdade.

Com o aplicativo PlantNet você poderá coletar, anotar e pesquisar imagens para auxiliar a identificar plantas.
Ela integra um sistema de ajuda para a identificação automática de plantas a partir de fotos comparadas com as imagens de um banco de dados botânicos. Os resultados permitem encontrar o nome botânico de uma planta, se esta for suficientemente ilustrada na base de referência.

Tanto o número de espécies processadas como o número de imagens utilizadas evoluem com as contribuições neste projeto.

A aplicação não permite a identificação de plantas ornamentais ou de horticultura. Funciona ainda melhor se as imagens submetidas focalizarem um órgão ou uma parte bem determinada da planta. As fotos de folhas de árvores sobre um fundo uniforme fornecem os resultados mais relevantes.

Se identificar corretamente uma espécie procurada, pode participar neste projeto submetendo a sua observação com o botão "Contribuição". Estas contribuições sujeitas a um processo de moderação serão validadas de forma colaborativa.

Esta aplicação encontra-se na Internet no seguinte endereço:

Ou se preferir, já pode baixar diretamente:


sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

2017 foi o segundo ano mais quente da história segundo a NASA

Este mapa mostra a temperatura global média da Terra de 2013 a 2017, em comparação com uma média basal de 1951 a 1980, de acordo com uma análise do Instituto Goddard de Estudos Espaciais da NASA. Amarelos, laranjas e vermelhos mostram regiões mais quentes do que a linha de base.
Créditos: NASA’s Scientific Visualization Studio

A tendência de aquecimento a longo prazo da Terra pode ser vista neste registro de temperatura global da NASA que mostra como as temperaturas do planeta estão mudando ao longo do tempo, em comparação com uma média basal de 1951 a 1980. O registro é mostrado como uma média de cinco anos.

As temperaturas globais da superfície da Terra em 2017 foram classificadas como a segunda mais quente desde 1880, de acordo com uma análise da NASA.

Continuando a tendência de aquecimento a longo prazo do planeta, as temperaturas médias globais em 2017 foram 1,62 graus Fahrenheit (0,90 graus Celsius) mais quentes do que a média de 1951 a 1980, de acordo com cientistas do Instituto Goddard de Estudos Espaciais da NASA (GISS) em Nova York.

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