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domingo, 19 de novembro de 2017

Cientistas reforçam alerta à Terra: “Tempo está se esgotando”


Há vinte e cinco anos, a “Union of Concerned Scientists” e mais de 1700 cientistas independentes, incluindo a maioria dos cientistas vencedores do Nobel, escreveram um alerta para a humanidade em 1992. Os profissionais envolvidos pediram para que a humanidade reduzisse a destruição ambiental e advertiu que "é necessária uma grande mudança na administração da Terra e a vida contida nela...". No seu manifesto, eles mostraram que os humanos estavam em um caminho de colisão com o mundo natural. Eles expressaram preocupação com os danos atuais, iminentes ou potenciais no planeta Terra, envolvendo o esgotamento da camada de ozônio, a disponibilidade de água doce, o esgotamento da vida marinha, as zonas mortas do oceano, a perda das florestas, a destruição da biodiversidade, as mudanças climáticas e o crescimento contínuo da população humana. Eles proclamaram que mudanças urgentes eram necessárias para evitar as consequências que nosso curso atual traria.

No vigésimo quinto aniversário desta convocação, os cientistas avaliaram a resposta humana explorando dados atuais disponíveis. Desde 1992, com exceção da estabilização da camada de ozônio, a humanidade não conseguiu fazer progressos suficientes na resolução geral desses desafios ambientais previstos e, de forma alarmante, a maioria deles ficaram muito pior. Especialmente preocupante é a trajetória atual das mudanças climáticas potencialmente catastróficas devido ao aumento de gases de efeito estufa devido a queima de combustíveis fósseis, desmatamento e produção agrícola - particularmente dos ruminantes agrícolas para consumo de carne. Além disso, desencadearam um evento de extinção em massa, o sexto em cerca de 540 milhões de anos, em que muitas formas de vida atuais poderiam ser aniquiladas ou, pelo menos, comprometidas com a extinção até o final deste século.

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